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Edição
Nº 02 – JULHO / AGOSTO DE 2008
Testemunho
Jandira
Siqueira, 69 anos, aposentada
“Há
três anos comecei a enfrentar um problema de saúde.
A minha barriga começou a inchar e eu não ia ao banheiro.
Colocava toda a comida pra fora. Os médicos não sabiam
o que era. Eu fiz vários exames
como tomografia, ultra-sonografia, mas nada adiantou. Em janeiro
de 2007, tudo ficou mais complicado. A benção do Senhor
começou quando a minha sobrinha, que é enfermeira,
disse que eu devia ir para Cabo Frio. O médico me internou
e pelos Raios-X verificou que existiam três tumores, dois
pequenos e um grande, do tamanho de um limão, no intestino.
Os médicos colocaram uma sonda, fizeram lavagem, mas nada
adiantou.antou. Fiquei três dias sem poder beber água,
até que o médico decidiu me operar. Ele disse que
havia a possibilidade do meu intestino estourar a qualquer momento.
Eu pedi para que esperasse a minha filha, mas ele disse que não
poderia. Então, orei ao Senhor e, no mesmo instante, a minha
filha Célia chegou. Ela implorou ao médico: “Salva
a minha mãe” e ele disse que essa era a função
dele, mas que o
meu caso era complicado e só Deus poderia evitar que eu morresse.
Todos já choravam e o quadro era tão difícil
que o meu irmão passou a informar aos amigos e parentes que
eu estava “nas últimas”. Alguns
disseram, inclusive, que eu já havia morrido. Comecei a orar
e vi o busto de um homem lindo, que tinha o cabelo repartido ao
meio, até a altura do pescoço e barba. Foi a coisa
mais linda que eu vi na minha vida. Então, pensei, Deus está
cuidando de mim. A partir de então, fiquei alegre, enquanto
os outros já choravam. Parecia que estava indo viajar. Aí
não vi mais nada... apaguei. Eles fizeram a biópsia
e constataram que o tumor era maligno. Eles tiraram 30 cm aproximadamente
do meu intestino. Quando acordei, o médico me informou que
a primeira
semana era essencial para que não houvesse qualquer complicação
e eu voltasse até uma vida normal. Caso contrário,
eu teria que usar aquela bolsa (de colostomia). Eu expliquei a ele
que tinha certeza que estava tudo bem porque Deus tomava conta de
mim e que o Senhor havia usado a mão dele para me operar.
Ele perguntou se eu estava sentindo alguma coisa e eu fui sincera
ao dizer que estava morrendo de fome (risos). Quando voltei pra
casa, eu vi mais uma vez aquele homem lindo, que era Deus comigo.
Depois não o vi mais. Tudo isso foi muito interessante. O
nosso Deus é um Deus de poder, é um Deus de milagres".
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